quinta-feira, 21 de novembro de 2013

VÍCIOS NA CIDADE


A temática propõe desenvolver e articular reflexões, sobre os diversos problemas, diante de uma realidade social. O desenvolvimento social acresce com a influência marcante do capitalismo, e resultam inúmeros problemas dos quais se destaca, o Vício. 
Afinal, o que podemos denominar de vício?  O vício é enquadrado no conceito, segundo o dicionário Aurélio, como sendo a “imperfeição grave; defeito”. Nesse contexto, pode-se afirmar que o vício, se adequa a uma conduta perante o meio social, ou seja, uma ação habitual atribuída a um defeito, por vezes, não aceita na sociedade.   
Não existe uma fórmula mágica, da qual resolva todas as dificuldades enfrentadas por uma cidade, mas uma coisa é certa, quanto maior o tamanho, maiores e mais complexos são os seus problemas. Desse modo, percebe-se que com o desenvolvimento do capitalismo, a complexidade dos problemas agrava-se e, por consequência, abarca os as condutas viciosas, ou seja, os vícios de uma cidade, como por exemplo, drogas, jogos, estética, sexo, consumismo.
Invocando o campo da filosofia, entende-se que o conceito clássico da palavra “vício”, teve suas bases lançadas por Aristóteles, em sua Ética a Nicômaco, sendo desenvolvido no livro Iota da Metafísica. Embasado em Aristóteles e outros filósofos, compreende-se o vício, além disso, a distinção existente entre o vício e a virtude (tema que será abordado nas próximas postagens). No âmbito antropológico, François Laplantine, em seu livro “Aprender Antropológia”, se preocupa com o vício a partir da comparação da figura do mau selvagem e do bom civilizado, do qual analisa a cultura de um ser humano, e, conclui que  todos os humanos necessitam utilizar critérios para julgar os próprios homens. 
Portanto, o tema exposto, versa sobres os vícios adquiridos por uma sociedade. Em face desse desenvolvimento social, tais comportamentos passam integralizar a vida corriqueira do homem.  

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